Bill O'Reilly entrevista Jon Stewart!
Publicada por Funami à(s) 2/05/2010 Etiquetas: Humor, Notícias, PolíticaE já temos novo governo! OH YEAH!
Publicada por Funami à(s) 10/22/2009 Etiquetas: Notícias, PolíticaJogadores novos e mudança em certas pastas para completar uma equipa vencedora!
Vá...temos de ser positivos.
http://www.jornaldenegocios.pt/
Saramago! Pshh.. cala-te!
Publicada por Bravo Mofo à(s) 10/21/2009 Etiquetas: Livros, Política, Religião
O título deste tópico pode dar a entender a ideia contrária do que vou tentar exprimir.
Confesso que não simpatizo muito com o senhor, mas no que toca à polémica do seu livro, Caim, estou do seu lado.
As críticas que tenho ouvido por parte da igreja dão a entender que não se pode falar contra assuntos religiosos. Parece que quando alguém quer exprimir as suas convicções contra uma crença ou algo do género é frequentemente aconselhado a calar-se.
Mas... que raio de coisa é esta?
Uma pessoa não pode dizer aquilo que pensa e exprimir aquilo em que acredita só porque ganhou prémios ou seja pelo que for?
Se os crentes têm o direito a "espalhar a sua fé", porque é que alguém não crente não tem o direito de se "defender"?
Até já houve quem viesse do PSD sugerir que, por este "incidente", seja retirada a nacionalidade Portuguesa a Saramago. Pergunto: por causa de um livro?! Mas onde é que esta malta anda com a cabeça? O homem nasceu em Portugal deixem-no ficar com as cores com que nasceu, ainda que possa ter vindo a arrepender-se. Quantos não há por esse mundo fora, de nacionalidade portuguesa e que simplesmente detestam Portugal. E não é por essas pessoas que Portugal é um país "menos bom", mas sim pelas que cá ficam (e nos governam).
No fundo, acho que o verdadeiro mal reside no facto das religiões basearem-se em livros, testamentos, manuais de instruções, etc. E o mais inacreditável é que, mesmo tendo já sido escritos há centenas de anos (por pessoas!) continuam a ser considerados como "verdades sagradas e incontestáveis". Quando não o são. Desde guerras à custa da religião, ódio resultante de crenças opostas, a repugnância do preservativo e das relações sexuais que tão bem fazem à saúde, etc etc etc.
Um facto: maioria das pessoas precisa de acreditar em alguma coisa que não existe. Consequência: criação de religiões. Passo seguinte: guerras para ver quem adere ao clube do Jesus ou do Moisés ou do Judas ou outro herói. Surpresa: passados centenas de anos, as pessoas continuam a achar que faz sentido acreditar nos manuais de instruções escritos nessa época. Mesmo depois do que a história lhes mostrou (inquisições, guerras, clero/Vaticano a nadar em ouro e o povo na pobreza, e muito mais).
Para fazerem o bem não precisam de acreditar em nenhum herói. Nem seguir o manual de instruções que alguém há centenas de anos escreveu.
Respeito quem acredita seja no que for. Mas também exijo que se respeite quem não acredita e que tenha igual liberdade de expressar as sua opiniões, até porque ninguém é mais que ninguém.
Certo?
PS: ainda não li o livro
http://pt.wikipedia.org/wiki/José_Saramago
Notícias:
http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Cultura/Interior.aspx?content_id=1396943
http://dn.sapo.pt/inicio/artes/interior.aspx?content_id=1396506&seccao=Livros
Barack Obama - Rolling Stone 'Cover of the Year'
Publicada por Funami à(s) 10/18/2009 Etiquetas: Design e Artes, Humor, PolíticaDepois do prémio Nobel veio o prémio de melhor capa do ano 2008, nada mau!
A edição foi a de Julho de 2008.
Propaganda:
http://www.barackobama.com/
http://www.rollingstone.com/
Jean Sarkozy, de 23 anos, deverá substituir Patrick Devedjian que terá de deixar o cargo ao completar 65 anos. A oposição de esquerda e os centristas não poupam críticas a esta promoção e acusam o Chefe de Estado de ter esquecido os valores republicanos segundos os quais os cargos são ocupados por mérito e não por herança. "Se Jean Sarkozy não tivesse o nome que tem será que estaria no lugar que tem actualmente?", questionou a socialista Ségolène Royal, principal adversária de Sarkozy nas presidenciais de 2007. "Será que estamos em República?" lançou ainda Royal, lembrando que no sistema republicano as pessoas ocupam lugares em função dos méritos próprios e não do nome que têm. Para o líder centrista François Bayrou, também candidato presidencial em 2007, este episódio lembra "o império romano". "Todos os pilares sólidos nos quais o nosso país assenta em termos de princípios, de decência, de razão, são abalados e desfazem-se", afirmou Bayrou. Ou seja, ficamos assim a saber que as cunhas não são uma habilidade exclusiva de Portugal. Também se praticam lá fora.A provável promoção de Jean Sarkozy à presidência do organismo público que gere a zona de negócios de la Défense, um dos maiores distritos de negócios da Europa, está a suscitar críticas e acusações de nepotismo.
"Portugal, Que Futuro?" é um livro. Uma entrevista feita por Eduardo Dâmaso a Medina Carreira.
Talvez este tipo de livros ajudem a pensar mais e melhor sobre o país, perceber o que está a falhar, o que devia ser feito e não o é.
Não são receitas mágicas, mas sim mais uma opinião, um ponto de vista. E dessa forma, quando se quer perceber o que está mal, começar por tentar perceber todos os pontos de vista que já existem só pode ser positivo.
Do que mais se queixam os Portugueses?
Do desemprego elevado, dos salários baixos, das pensões exíguas, da pobreza crescente, dos impostos altos, da "hipoteca" dos endividamentos e do futuro sem esperança.
Há uma única solução para estes males: a "construção" de uma economia mais dinâmica, mais produtiva e mais competitiva.
Para tanto, a próxima legislatura será decisiva porque, se for falhada, como as três últimas, cairemos num período prolongado de empobrecimento.
Em debate com Eduardo Dâmaso, no livro Portugal, Que Futuro?, Medina Carreira formula o seu diagnóstico e esboça algumas "receitas".
Pretende apenas contribuir para um debate que, mais tarde, será inútil.
Para Medina Carreira a "economia" portuguesa é o primeiro, o mais grave e o mais difícil de todos os nossos problemas actuais.
A Democracia de 1976 poderá soçobrar se os responsáveis políticos não souberem enfrentar e vencer, em tempo útil, a doença que mina profundamente a nossa economia.
Medina Carreira - SicNotícias 16/09/2009
http://www.wook.pt/ficha/portugal-que-futuro-/a/id/2159848/filter/
http://odeverdaverdade.blogspot.com/
Dia 21 de Setembro - 1 dia por ano livre de conflitos e guerra, um dia de uma trégua global, independentemente de todos os tipos de conflitos.
http://www.peaceoneday.org/en/welcome
http://en.wikipedia.org/wiki/Peace_One_Day






